As discussões sobre o novo Plano Diretor de Capão da Canoa ganharam relevância em julho de 2026 com a participação de representantes da construção civil, entre eles Ramiro Chaves Laurent, presidente da ASSOCIC e coordenador regional do Sinduscon-RS no Litoral Norte. O debate envolve decisões que podem orientar a ocupação do solo, a densidade urbana e os investimentos nos próximos anos.

O Plano Diretor estabelece diretrizes para a expansão da cidade e para a relação entre moradia, comércio, serviços, circulação e áreas de interesse ambiental. Em um município com população permanente e forte fluxo sazonal, sua atualização precisa considerar o crescimento imobiliário e a capacidade da infraestrutura de atender moradores, trabalhadores e visitantes.

De acordo com os materiais apresentados, Laurent tem defendido atenção à mobilidade urbana, ao saneamento e à ocupação inteligente do território. Esses eixos relacionam o desenvolvimento construtivo à necessidade de ampliar acessos, redes de serviços, drenagem e planejamento, reduzindo riscos de sobrecarga na estrutura municipal.

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A participação das entidades empresariais pode contribuir com dados e experiência técnica, mas a construção das regras também exige escuta de moradores, profissionais, órgãos ambientais, universidades e poder público. O equilíbrio entre perspectivas é fundamental para que o documento ofereça segurança jurídica sem reduzir a proteção ao interesse coletivo.

A revisão representa uma oportunidade para Capão da Canoa projetar seu crescimento além das demandas imediatas. Ao participar da discussão, Ramiro Laurent fortalece uma atuação vinculada ao planejamento das cidades, enquanto o município enfrenta o desafio de transformar expansão imobiliária em organização urbana, infraestrutura compatível e qualidade de vida.

FONTE/CRÉDITOS: Marcos Medeiros / Jornalista Responsável — MTB 14.106 / Editor-Chefe | IMOB BUSINESS